Tuesday, February 17, 2009

Jo Siffert – Live Fast, Die Young

Direto das filmagens em 8mm para as telas…Para quem gosta de automobilismo europeu do fim dos anos 60, esse bônus especial, um pouco ‘behind the scenes’ do filme sobre o Jo Siffert (mas com muitos outros ‘extras’) é de se assistir ajoelhado, as três partes:


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    Sunday, November 30, 2008

    Nova Gincana - o futuro ?

    Ken Block, típico “dude” do Sul da Califórnia, é um dos donos e fundadores da mega-marca DC Shoes, uma das maiores no mercado jovem mundial na linha de esportes de ação como skate, motocross, snowboard, etc. Ele e seu parceiro começaram o micro-negócio em 1993, desenvolvendo calçados específicos (inexistente na época) para atletas de skate. Em 2004 venderam a DC Shoes, por 87 milhões de dólares, para a gigante Quiksilver. Depois disso, apesar de ainda capitaneando a marca mas com muito mais tempo e dinheiro livres, ele se apaixonou por rally, tendo inclusive sido responsável por “viciar” o amigo Travis Pastrana no ramo. Se tornou piloto de fábrica da Subaru nos EUA, e no Rally America (campeonato nacional americano de rally, que deve muito ao WRC mas cresce de maneira sólida) ele foi o estreante do ano em 2005, e vice em 2006 – o Pastrana foi o campeão nas três últimas temporadas. Ken também foi instrumental em colocar uma prova da modalidade nos últimos X-Games, e levou a medalha de Prata na recém-criada competição. Um expert em promoção, ele atrai muita exposição para seus patrocinadores com alguns atos quase circenses, como saltar mais de 52 metros com seu Subaru Impreza para o Discovery Channel, ou levar o carro para fazer um snowboard na Nova Zelandia, ou ainda convencer o Pastrana (de novo) a saltar de moto sobre o carro dele, ambos em pleno vôo...veja mais no fim do texto. Uma espécie de mistura de Ringling Brothers e Evel Knievel moderno.

    Diferente do conceito de realizar tarefas variadas e inusitadas que conhecemos no Brasil, “gincana” no mundo do SCCA (Sports Car Club of America, órgão máximo do automobilismo amador nos EUA) é uma modalidade que consiste em negociar, com seu carro de rua, uma pista demarcada com cones e outros obstaculos, geralmente em estacionamentos, contra o relógio, chamada de gymkhana, ou autocross. Relativamente com muitos participantes e até um ranking nacional, mas nada popular com audiências e mais um hobby de senhores de meia-idade dirigindo até minivans, que realmente uma corrida.

    Pois o esperto Block pegou seu Subaru Impreza WRX STi 2006, de mais de 500 cavalos e construído pela Crawford Performance (a mesma dos Rolex Daytona Prototypes), expandiu e juntou, em um só pacote, conceitos da evolução da gincana americana, do drifting, do rally como nos X-Games, a produção de um filme de snowboard ou motocross…e criou esse clip abaixo, imperdível, de um de seus treinos para a nova categoria que encoraja os pilotos a dedicarem a primeira volta ao estilo, e só a segunda ao tempo cronometrado; notem o que tem de emoção em menos de 4 minutos. Alguém duvida que ele tem “car control” ?


    Também não é difícil perceber que ele está experimentando com aspectos que deverão influenciar o automobilismo como espetáculo no futuro, uma vez que esses conceitos evoluam, com a “pista” toda visível de uma arquibancada, e um vencedor/perdedor a cada dez minutos, levando ao campeão – afinal, o estilo de competição e o imenso grupo demográfico que o assiste, é o que todo “nosso” automobilismo tradicional gostaria de ter como público, em termos de idade e longevidade (ver X Games nos EUA).
    O amanhã, literalmente, será deles.

    O Bernie já deve estar de olho.

    Veja também:


    Nesse clip acima, ele leva seu carro, o Monster Energy Subaru Impreza WRX STI, para fazer um snowboard na Nova Zelandia.

    E aqui, o salto de 52 metros para o "Stunt Junkies" do Discovery Channel : “Eu fico mais assustado nas corridas, andando a 150km/h de lado, no meio das árvores”

    O espetacular capotamento do Pastrana, post antigo com o filme.

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    Wednesday, September 24, 2008

    Riley Tech vai a 480 km/h com gás natural

    No fim de semana passado um chassis Riley venceu a prova de encerramento da Grand-Am Rolex Sports Car Series, para os Daytona Prototypes, com o brasileiro Raphael Matos entre os pilotos da equipe vitoriosa. Ao mesmo tempo, também nas cercanias de Salt Lake City no estado norte-americano de Utah - mas dessa vez no deserto de sal de Bonneville ao invés do circuito de Toole, palco da prova dos protótipos - outro projeto e produto da Riley Technologies (que é baseada em Mooresville, North Carolina, terra da NASCAR) perseguia recordes: o Bonneville Streamliner, um bólido movido a gás natural comprimido e pilotado por Roger Lessman completou uma passagem na reta de 8 quilômetros e registrou a velocidade de 497.6 km/h (311 milhas/h).

    Porém, para que o recorde fosse sancionado pelo órgão competente, o Utah Salt Flats Racing Association, eles precisariam fazer mais uma passagem com essas velocidades, dentro de um limite de tempo. Infelizmente, durante a revisão entre passagens descobriu-se um pistão queimado na primeira tentativa, e os reparos dessa magnitude esgotaram o tempo regulamentar para a segunda tentativa. Mas a equipe está confiante que volta mais rápida em 2009.


    Segundo Lessman: “A maioria da competição acontece antes de tirarmos o carro da garagem. Eu tenho muita confiança no carro e no que ele é capaz. O modo como o pessoal da Riley trata o design e a engenharia são incríveis. Essa é uma máquina complicada e estamos sendo pioneiros, isso é emocionante. Apesar de não termos estabelecido o recorde esse ano, ainda assim é muito interessante andar a mais de 450 km/h com GNC, é um desafio grande e não há onde nem quando testar, e a janela de tempo em que podemos estabelecer as velocidades são muito pequenas, em função de conseguir as condições perfeitas. Mas foi emocionante o que atingimos esse ano, e será interessante ver o que podemos ainda fazer com esse carro. Eu acho que podemos ir além das 400 milhas por hora (640 km/h)”.

    Além da Grand-Am Daytona Prototypes, a Riley desenvolve seu próprio Track-Day car, administra a Corvette na categoria GT2 da ALMS, e na próxima temporada também “toca” o programa do Chevrolet Camaro na Grand-Am Koni Challenge. Além, é claro, de possuir uma longa tradição de produtos de sucesso em protótipos como o Riley e Scott’s Cadillac LMP original, e em monopostos - os Riley MK V, primeiros carros da IRL, e o MKVIII, com a Reynard em 2002. Até na USAC Silver Crown Series e no campeonato de GT japonês eles já se envolveram. O site deles vale uma visita: http://www.rileytech.com/

    Fotos: Divulgação; Grand Am Rolex Sports Car Series

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    Thursday, September 18, 2008

    A1GP Treinos de Largada


    Os novos carros da A1GP (Ferrari) têm ido muito bem nos testes, e já estarão na pista para a primeira prova dessa quarta temporada no começo de Outubro, em Zandvoort, na Holanda, aumentando a ‘cavalagem’ da categoria para mais de 600hp.
    Mas os carros antigos deixarão saudades também…chassis Lola A1GP e motores Zytek ZA1348 - V8 de 3.4 litros - de um barulho impressionante, graças a um sistema de escapamento genial. Em homenagem à essas máquinas, selecionei algumas práticas de largada, que os pilotos fazem antes de alinhar no grid, momentos antes de começar as corridas no domingo – 550 cavalos colocando 695 quilos (com piloto e combustível, 120 quilos só de motor) em movimento, apreciados de bem perto no filme abaixo.

    Desde já peço paciência com minha filmagem amadorística, mas vale pelo “berro” e pelo ponto de vista…e dá para ver quais dos pilotos sabem o que estão fazendo na arrancada, e quais precisam de mais prática. Esse filme também está no youtube, aqui.

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    Wednesday, July 02, 2008

    CART Cars

    A CART – Championship Auto Racing Teams - acabou, mas os carros usados pela categoria marcaram suas épocas, todos clássicos – do mais antigo ao último, o Panoz DP 01 que foi construído pela Elan/Panoz em Atlanta, no estado da Geórgia, nos EUA. O barulho e a potência dos turbos sempre figuraram entre os preferidos de todos os apaixonados por corridas, especialmente os felizardos que puderam ver e ouví-los ao vivo. Apesar da pressão do turbo ter sido diminuída gradativamente do final dos anos 90 ao final da categoria, eles ainda eram fortes e emocionantes de se assistir, em circuitos de rua ou permanentes. Acima, um poster comemorando isso tudo, do artista ‘oficial’, Jim Swintal, na ocasião do lançamento do Panoz. Agora, sem um campeonato para disputarem, existem vários exemplares do DP 01 indo parar nas mãos de colecionadores…

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    Wednesday, June 25, 2008

    Música também vale

    Esse post nasce de comentários sobre música, provocados por um video dos Smiths postado no Blog do Gomes. Aparentemente, existem mais sobreviventes dos anos 80 do que pensávamos. Várias coisas interessantes, bandas e correntes musicais, foram conversadas, não dá para copiar, se puder leia tudo no original, e comente aqui se lembrou de alguém (dos muitos) que certamente esquecemos. Dando uma passada pelo Madame Satã, Anne 44, Carbono 14 e Rose Bom Bom, e ouvindo (de música nacional) Ira, Paralamas do Sucesso, Legião Urbana, Ratos de Porão, Azul 29, Plebe Rude, até Kid Vinyl e RPM vale.

    Agora voltando aos dias de hoje, com um som com nuances de ontem, os novos Smiths: Interpol, na minha humilde opinião, uma das melhores bandas dos últimos anos – e são americanos ! Mas eu posso ser apenas um saudosista. Julguem vocês mesmos nessas cinco amostras:

    Slow hands
    Obstacle 1

    Para finalizar, veja nesse blog de San Francisco seis músicas deles para free download !


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    Saturday, June 21, 2008

    Racing Porn - Traseirão, e O Escritório

    Pornografia ? Não sei, mas aqui estão duas fotos de 'máquinas' lindas, que parecem – são – feitas para uma coisa só, desnudas das coberturas sob as quais normalmente se apresentam aos, ou se escondem dos, olhos do mundo, sem nada ou quase nada bloqueando a visão. A máquina fotográfica invade um momento mais relaxado, um ângulo diferente, talvez mostrando partes em que o sol (normalmente) não bate, provocando sentimentos inquietantes em quem admira.

    Partes íntimas, pouco vistas e por poucos, muito próximos... íntimos. Alguns diriam ser algo até sensual - e no caso acima talvez meio exibicionista, já que pegando uma cor assim, ao natural, e em público, porta escancarada. No caso de baixo, pouquíssimos indivíduos (e nos dias de hoje, indivíduas) no mundo podem se dizer íntimos dessas partes, a ponto de lhes dar o apelido, carinhoso, de escritório. E olha que a beldade nem é das mais novas, apesar de ainda muito longe de ser da época de ‘Sala Especial’.

    Acho que vai virar tema permanente para outros posts.

    Foto: FerAva e Audi
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